Realizo tratamentos com laser em Moema com planejamento individual, parâmetros seguros e expectativas claras. Antes de qualquer sessão, eu avalio seu histórico de pele, fototipo, uso de medicações, hábitos de sol e o que realmente te incomoda: textura, manchas, flacidez leve, rugas finas ou cicatrizes

A partir disso, escolho a tecnologia e ajusto energia, duração de pulso, tamanho do spot e número de passadas para equilibrar resultado e recuperação. Meu foco é entregar melhora visível com pós viável, sempre com segurança e transparência sobre o que o laser pode e não pode fazer no seu caso.

Como funciona a tecnologia a laser na pele

Cada comprimento de onda enxerga um alvo melhor:

  • Ablativos fracionados (como CO₂/Er:YAG) atuam na água do tecido, vaporizando microcolunas e estimulando neocolagênese com maior melhoria de textura e cicatrizes, à custa de um pós um pouco mais intenso.
  • Não ablativos fracionados (por exemplo, 1540/1550 nm) aquecem a derme sem remover a epiderme, com downtime menor e ganho progressivo de colágeno.
  • Vasculares (PDL, Nd:YAG em parâmetros vasculares) têm afinidade por hemoglobina e ajudam em vermelhidão, vasinhos e cicatrizes ainda eritematosas.
  • Pigmentares (Q-switched/Pico, quando indicado) atuam em melanina e tatuagens; em melasma, a seleção é criteriosa e prefiro protocolos conservadores para reduzir risco de rebote.

Eu defino fluência, densidade fracionada e número de passes conforme fototipo, objetivo e área. Também preparo a pele e oriento o pós para minimizar hiperpigmentação pós-inflamatória em fototipos mais altos.

Indicações principais: rejuvenescimento, manchas, cicatrizes e flacidez

  • Rejuvenescimento: melhora de textura, poros, viço e linhas finas, com estímulo de colágeno.
  • Manchas: melanoses solares e tom irregular. Em melasma, atuo de forma cautelosa, priorizando clareadores e fotoproteção; lasers podem entrar em cenários específicos.
  • Cicatrizes: de acne, cirúrgicas ou traumáticas. O fracionado (ablativo ou não) é pilar; para cicatriz vermelha, o vascular reduz eritema e acelera maturação.
  • Flacidez leve: protocolos não ablativos e fracionados ajudam na qualidade de tecido; para tracionar mais, posso integrar ultrassom microfocado e bioestimuladores em cronograma.

 

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Benefícios do tratamento a laser

Eu organizo os benefícios por objetivo e explico que parte deles é imediata (viço, brilho) e parte é progressiva (colágeno, firmeza).

Melhora da textura e firmeza da pele

Os lasers fracionados estimulam colágeno nas semanas seguintes, deixando a pele mais coesa e com toque melhor. Poros aparentes tendem a parecer menores pela reorganização da epiderme e da derme superficial. Em protocolos de manutenção, o ganho se soma ao longo do ano.

Redução de rugas finas e linhas de expressão

Linhas finas respondem bem ao remodelamento induzido por fracionados. Para rugas dinâmicas (movimento), costumo combinar com toxina botulínica; para marcas estáticas persistentes, posso associar skinbooster, peelings ou sessões adicionais de laser com parâmetros ajustados.

Clareamento de manchas e melasma

Para manchas relacionadas ao sol, lasers e luzes adequadas podem uniformizar o tom. Em melasma, o impacto do calor e da luz pode piorar o quadro se o protocolo for inadequado; por isso, priorizo peelings leves, clareadores, protetor com cor e só uso tecnologia em parâmetros conservadores e épocas adequadas. O sucesso depende de fotoproteção rigorosa e controle de gatilhos.

Redução de cicatrizes de acne e cirúrgicas

Cicatrizes atróficas (ice-pick, boxcar, rolling) melhoram com fracionados; muitas vezes combino com subcisão (para soltar fibroses) e, em pontos específicos, TCA CROSS. Em cicatriz vermelha, o vascular reduz eritema e coceira, favorecendo maturação. Alinho número de sessões e intervalos para respeitar o tempo de remodelação.

Procedimento e segurança

Segurança faz parte do resultado. Eu uso óculos de proteção, parâmetros compatíveis com seu fototipo, preparo a pele e explico o pós por escrito. Registro equipamento, ponteira, energia, densidade e número de passadas para compararmos de forma objetiva nas revisões.

Como é feita a aplicação do laser

  1. Planejamento: fotos padrão, checagem de fototipo, histórico de herpes, uso de isotretinoína e clareadores. Defino técnica, áreas, energia e densidade.
  2. Preparo: limpeza, proteção ocular e, quando indicado, anestésico tópico (principalmente em ablativos e alguns fracionados).
  3. Aplicação: realizo as passadas conforme o mapa da face/corpo. Em fracionados, controlo superposição e resfriamento quando aplicável. Em vasculares, marco os vasinhos-alvo e disparo sobre eles.
  4. Pós imediato: resfriamento suave, aplicação de barreira (creme reparador) e fotoproteção. Entrego as instruções de cuidados e indico analgésico simples se necessário.

Em fototipos mais altos ou áreas pilo-sebáceas, posso fazer testes antes do protocolo completo. Em quem tem histórico de herpes perioral, avalio profilaxia antiviral quando o laser envolve região de risco.

Cuidados necessários antes e após o procedimento

Antes:

  • Evitar sol e bronzeamento por pelo menos 2–4 semanas (ajusto conforme o laser).
  • Suspender ácidos esfoliantes 3–7 dias antes (retinoides, AHAs/BHAs), salvo orientação contrária.
  • Informar uso de isotretinoína recente, anticoagulantes e fotossensibilizantes.
  • Manter pele íntegra; adiar se houver infecção, dermatite ou ferida ativa.

Depois:

  • Protetor com cor (filtra luz visível) com reaplicação ao longo do dia.
  • Barreira com ceramidas/pantenol; evitar produtos irritantes na primeira semana (ou mais, nos ablativos).
  • Não arrancar crostículas; deixar cair naturalmente.
  • Evitar calor intenso, sauna, vapor e exercício vigoroso por 48–72h (ou conforme orientação).
  • Em ablativos, posso prescrever limpeza específica, pomada e, às vezes, antibiótico/antiviral profilático.

Eu explico sinais de alerta (dor desproporcional, secreção, áreas pálidas/escurecidas persistentes) e deixo canal de contato.

Resultados e tempo de tratamento

Defino com você quantas sessões são prováveis, qual intervalo e quando o resultado aparece. Parte do ganho é acumulativa e depende de manutenção.

Quantas sessões são recomendadas

  • Textura/poros/viço (não ablativo fracionado): em geral 3–5 sessões, a cada 4–6 semanas.
  • Cicatrizes de acne: normalmente 3–6 sessões de fracionado (ablativo ou não) ± subcisão/TCA CROSS, com 6–8 semanas entre elas.
  • Vascular (vermelhidão/vasinhos): 1–3 sessões, espaçadas 4–6 semanas.
  • Manchas solares: 1–3 sessões conforme profundidade e fototipo.
  • Flacidez leve: 2–4 sessões anuais de não ablativo, ou integração com ultrassom microfocado/bioestimulador conforme avaliação.

Eu ajusto o número total após ver a resposta da sua pele nas primeiras fases.

Quando os resultados começam a aparecer

Após não ablativos, muitos percebem melhora do viço em poucos dias; o colágeno amadurece em 6–12 semanas. Nos ablativos, o resultado de textura e cicatrizes fica mais claro de 4–8 semanas em diante. Em vasculares, a vermelhidão pode reduzir já nas primeiras semanas. Reforço que fotoproteção e rotina de pele sustentam o ganho entre as sessões.

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Tratamentos realizados em clínica dermatológica segura em Moema, São Paulo – SP

FAQ - Perguntas Frequentes

Depende do tipo e dos parâmetros. Em não ablativos leves, a sensação é de calor suportável; em ablativos e alguns fracionados, uso anestésico tópico e técnicas de conforto. O procedimento é tolerável para a maioria, e o desconforto diminui logo após a sessão.

Varia com o objetivo. Para textura e viço, costumo indicar 3–5 sessões. Para cicatrizes, 3–6. Para vasinhos e manchas, 1–3. Eu reavalio a resposta a cada sessão e ajusto o plano.

Pode ser, mas com critérios. Em melasma, o calor pode piorar se o protocolo for errado. Eu priorizo clareadores, peelings leves e protetor com cor; lasers entram em parâmetros conservadores e em pacientes bem selecionados. O pilar é fotoproteção e controle de gatilhos.

Sim. Fracionados são pilares para cicatrizes atróficas; para rolling, muitas vezes combino subcisão. Vascular ajuda em cicatriz vermelha. Defino a sequência para que cada técnica some sem competir.

Sim. Peço evitar sol direto e reaplicar protetor, preferindo protetor com cor por filtrar luz visível. O tempo de afastamento varia com o laser e sua pele; em geral, 2–4 semanas sem exposição direta e uso rigoroso de proteção no dia a dia.

Pode, desde que os parâmetros respeitem o fototipo e o histórico. Em fototipos altos, sou conservador, preparo a pele e escolho tecnologias com menor risco de hiperpigmentação. Às vezes faço teste antes do protocolo completo.

Sim, e muitas vezes deve. Eu organizo a ordem:

  • Toxina botulínica para rugas dinâmicas.
  • Preenchimento para apoio estrutural.
  • Laser para textura, manchas e cicatrizes.
  • Bioestimuladores e ultrassom microfocado para firmeza.

Escalono para evitar pós sobrepostos e preservar a barreira cutânea.

Sim. Gestação, lactação (para muitos protocolos eletivos), infecções ativas, uso recente de isotretinoína (avaliado caso a caso), bronzeamento recente, herpes em atividade e algumas doenças que alteram cicatrização exigem adiamento ou adaptações. Na consulta, reviso histórico e medicações para manter segurança.