Realizo peeling em Moema como parte de um plano de cuidado da pele que combina avaliação precisa, escolha correta de ativos e acompanhamento próximo. Na primeira consulta, eu analiso histórico de pele, fototipo, presença de manchas, acne, textura, dilatação de poros e sensibilidade a cosméticos.
A partir disso, defino qual tipo de peeling faz sentido, em que concentração, qual intervalo entre sessões e como será o preparo e o pós-tratamento. O objetivo é simples: acelerar a renovação cutânea com segurança, melhorando o tom, textura, luminosidade e o controle da oleosidade, sem interromper a sua rotina além do necessário.
O que é o peeling?
Peeling é um procedimento que promove esfoliação controlada da pele para estimular renovação celular e remodelação das camadas mais superficiais (e, em protocolos selecionados, camadas médias).
Essa esfoliação pode ser química, física ou enzimática, cada uma com mecanismos, intensidades e indicações diferentes. Eu escolho a técnica com base no objetivo (mancha, melasma, poros, acne, linhas finas), no tempo de recuperação disponível e na tolerância da sua pele.
Peelings suaves funcionam bem em séries, com intervalos curtos e pouco downtime. Peelings médios pedem mais preparo, cuidados de pós e programação de agenda, mas podem tratar alterações um pouco mais profundas. Eu explico os prós e contras de cada caminho para que a decisão seja consciente.
Tipos de peeling: químico, físico e enzimático
Peeling químico: utiliza ácidos ou combinações de agentes para promover esfoliação e estimular a derme. Entre os que uso com frequência estão mandélico, glicólico, salicílico, látrico e Jessner. Em indicações específicas e com preparo adequado, posso usar TCA em baixa a média potência para cicatrizes finas e textura. A escolha depende de fototipo, objetivo e histórico de sensibilidade.
Peeling físico: promove remoção mecânica da camada superficial por atrito controlado (ex.: microdermoabrasão). É útil para polir a superfície, melhorar toque e potencializar penetração de ativos tópicos. Costuma ter pós leve e se encaixa bem como complemento entre sessões químicas.
Peeling enzimático: utiliza enzimas (como papaína e bromelina) para quebrar corneodesmossomos de maneira suave, sem ácido. É uma boa opção para peles sensíveis, gestantes (com seleção criteriosa de produtos) ou como ponte no preparo para peelings mais intensos.
Tipos de peeling: químico, físico e enzimático
Peeling químico: utiliza ácidos ou combinações de agentes para promover esfoliação e estimular a derme. Entre os que uso com frequência estão mandélico, glicólico, salicílico, látrico e Jessner. Em indicações específicas e com preparo adequado, posso usar TCA em baixa a média potência para cicatrizes finas e textura. A escolha depende de fototipo, objetivo e histórico de sensibilidade.
Peeling físico: promove remoção mecânica da camada superficial por atrito controlado (ex.: microdermoabrasão). É útil para polir a superfície, melhorar toque e potencializar penetração de ativos tópicos. Costuma ter pós leve e se encaixa bem como complemento entre sessões químicas.
Peeling enzimático: utiliza enzimas (como papaína e bromelina) para quebrar corneodesmossomos de maneira suave, sem ácido. É uma boa opção para peles sensíveis, gestantes (com seleção criteriosa de produtos) ou como ponte no preparo para peelings mais intensos.
Como o peeling age na renovação da pele
O peeling desfaz ligações entre as células da camada córnea, acelera a descamação e sinaliza a derme a produzir colágeno e glicosaminoglicanos. Na prática, isso melhora opacidade, poros aparentes, manchas superficiais, marcas finas e oleosidade.
Ácidos como salicílico penetram em poros, ajudando no controle de acne e cravos; glicólico e mandélico atuam em tom e textura; combinações como Jessner ajudam no melasma quando usadas com cautela, preparo e fotoproteção rigorosa.
Agende sua avaliação com o Dr. João Bueno em MoemaBenefícios do peeling
Os benefícios aparecem em camadas: primeiro, melhora do toque e viço; depois, uniformização do tom, redução de poros aparentes e melhora gradual de manchas e linhas finas. Em acne, a pele costuma ficar menos oleosa e com menos cravos.
Redução de manchas e melasma
Para manchas e melasma, trabalho com protocolos conservadores e séries para evitar rebote. Prefiro mandélico, glicólico e combinações leves de Jessner, sempre com preparo da barreira e protetor com cor no dia a dia. Em cada sessão, ajusto tempo de contato e camadas conforme resposta e fototipo. O ganho é gradual e depende da fotoproteção: sem filtro e reaplicação, o resultado não se sustenta.
Suavização de rugas finas
Peelings químicos em série aumentam a renovação epidérmica e estimulam colágeno superficial, o que suaviza linhas finas de bochecha e região perioral. Em alguns casos, combino com retinoide noturno (quando a pele tolera) para potencializar o efeito. Para linhas mais profundas, explico o limite do peeling e proponho associações em outro momento (bioestimulador, laser fracionado leve, skinbooster).
Melhora da textura e luminosidade da pele
Com a compactação do estrato córneo e o aumento da taxa de renovação, a pele ganha toque uniforme e luminosidade. Microdermoabrasão intercalada a ácidos suaves realça esse efeito e costuma ter pós bem curto, útil para quem precisa de intervalos discretos entre sessões sem descamar muito.
Controle da oleosidade e da acne
Para acne e oleosidade, o salicílico tem papel central: é lipossolúvel, penetra no folículo e ajuda a desobstruir poros, reduzindo comedões. Em peles sensíveis ou com acne inflamatória, ajusto concentração, tempo e intervalo; muitas vezes, combino com rotina tópica (peróxido de benzoíla, retinoides leves, azelaico) em dias alternados para manter a melhora entre as sessões.
Procedimento e segurança
Segurança é parte do resultado. Trabalho com protocolo: preparo de pele, escolha do ativo e concentração, tempo controlado, neutralização quando necessário e pós bem orientado.
Como é feita a aplicação do peeling
- Preparo: limpeza, degorduração quando indicado e proteção de áreas sensíveis (comissuras, cantos do nariz, pálpebras).
- Aplicação: espalho o agente escolhido em camadas; em peelings com marcadores de resposta (frosting leve no TCA, por exemplo), observo o ponto final clínico.
- Neutralização/remoção: alguns ácidos precisam de neutralização; outros são autoneutralizantes e são removidos após o tempo previsto.
- Finalização: hidratação adequada, fotoproteção e orientações escritas de pós. Faço fotos padrão no início e nas revisões para comparação objetiva.
A sessão costuma ser rápida. Em peelings leves, o paciente volta à rotina no mesmo dia. Em médios, peço programação do pós e proteção extra do sol nos dias seguintes.
Cuidados antes e depois do tratamento
Antes:
- Suspender ácidos tópicos e esfoliantes físicos 3–5 dias antes (conforme pele).
- Evitar bronzeamento e uso de autobronzeadores.
- Informar uso de isotretinoína atual ou recente, histórico de herpes facial e alergias.
Depois:
- Fotoproteção com protetor com cor e reaplicação ao longo do dia.
- Hidratação com produtos de barreira (ceramidas, pantenol).
- Evitar calor intenso, sauna, vapor e atividade física muito vigorosa nas primeiras 24–72h, conforme o tipo de peeling.
- Não arrancar pelinhas; deixar a pele descamar naturalmente.
Suspender temporariamente retinoides e ácidos mais fortes até a pele se recompor.
Eu reviso sinais de alerta (ardor desproporcional, dor persistente, crosta escurecida) e deixo canal de contato. Em fototipos altos, sou mais conservador e preparo a pele antes, para reduzir o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.
Resultados e duração
O peeling pode trazer viço já nos primeiros dias, e o ganho acumulado aparece ao longo das sessões. A manutenção depende de rotina e fotoproteção.
Quantas sessões são necessárias
Para textura, brilho e poros, costumo programar 3 a 5 sessões de peelings leves, com intervalos de 2 a 4 semanas. Para melasma e manchas, a resposta é lenta e pede séries com fotoproteção rigorosa e, às vezes, clareadores domiciliares em dias alternados; sigo em ciclos ao longo do ano. Para acne, organizo séries com salicílico e, quando preciso, associo medicações tópicas/orais conforme o quadro.
Tempo médio de recuperação da pele
- Peelings leves: leve vermelhidão no dia, possível descamação fina entre 2 e 4 dias.
- Peelings médios: vermelhidão mais evidente, descamação em lâminas por 5 a 7 dias.
O retorno à maquiagem leve costuma ser possível após 24 horas nos leves e após a fase inicial de descamação nos médios. Eu ajusto agenda de quem tem eventos para que o procedimento não atrapalhe.
Tratamentos realizados em clínica dermatológica segura em Moema, São Paulo – SP